quarta-feira, maio 05, 2010
Manifesto contra o padrão: SER PERFEITO
segunda-feira, maio 03, 2010
Meu infinito particular
Sou amiga como um cachorro, palhaça como um chimpanzé, querida como uma ovelha, simpática como um golfinho, observadora como uma coruja, charmosa como um gato, tenho uma juba igual ao leão,às vezes, sou braba como uma onça, empacada como uma égua xucra e teimosa como uma mula.E se há algum animal que adooora dançar, sou igual a ele.Sou inquieta,mas centrada quando preciso. Tenho momentos extremos de fala e inquietação.Intensa.Sou bamba,sou do samba,porém, eclética musicalmente. Adoro a cultura egípcia e seus mistérios. Me fascina o Oriente Médio. Tem sangue latino correndo por essas veias, que almeja por revolução,mas sem armas,através da educação.
Sou contra qualquer forma de preconceito. Viva à vida,a sua maneira!
Passei minha infância nos rincões de Gravataí/RS, fazendo muito "arte" com minhas irmãs ( As Tri-Irmãs). Meu desenho preferido era Punk, a levada da breca, adoooraava Chaves e a novela Carrossel. Gostava muito de ler os gibis da Turma da Mônica, especialmente, os da Magali, me identifico muito com ela, amooo comer,mas não tenho dotes culinários. Prefiro fazer uma faxina! Ainda preservo meu lado infanto-juvenil.1999, foi um ano marcante, para sempre no meu coração, As Eternas 4 Loucas da 81/99. 2002 e 2003, também foram, como é bom conhecer pessoas, principalmente, as que são especiais. Anos marcantes e de intensos momentos de incompreensão!Sempre é bom refletir sobre a vida. Queria fazer uma revolução para mudar o mundo, hoje ainda tenho meus ideais revolucionários,mas, talvez, de uma forma mais madura. Será? Não sei. Isso me faz lembrar do primeiro dia de aula de Direito, em que os professores fazem a fatídica pergunta, Por que vocês escolheram fazer faculdade de direito? E alguns colegas, completamente, chatos e entediantes, respondem - porque tenho senso de justiça- no mundo jurídico justiça é feita quando se ganha a causa do cliente, e no mundo seria se houvesse menos desigualdade social,mas garanto que essas pessoas não estão muito preocupadas com as condições sócio-econômicas da maior parte da população mundial.E passar pela Av. Ipiranga-POA/RS, todos os dias, e ver pessoas morando embaixo da ponte sem ter o que comer ou vestir,talvez, não lhes cause revolta e indignação. Indigne-se com a realidade social do nosso país que contribui para o crescimento da criminalidade,que tanto queremos que seja minimizada!Educação é justiça social! Haja,Faça,Reflita,Indigne-se!!
Acredito que um sapo pode se transformar num princípe e que um ogro pode ser o melhor dos princípes, a roupa não faz o monge.Homens inteligentes são encantadores e charmosos. Inteligência é afrodisíaco!
Não sou Amélia, nem Pagu. Sou feminista,mas muito feminina e vaidosa.Nada que chegue ao exagero da futilidade que, principalmente, nós mulheres podemos cometer, em decorrência de uma sociedade capitalista que preza pelo consumo excessivo e por padrões de beleza,muitas vezes,inatingíveis. Viva a beleza (bruta) e natural!
Buenas, sem mais delongas p/o momento.
sexta-feira, abril 30, 2010
quinta-feira, abril 22, 2010
Incoerências judiciais
O Código Civil Brasileiro dispõe em seu artigo 4º, inciso I que são, relativamente incapazes os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. Justamente por isto respondem, relativamente, por seus atos na esfera criminal, não sendo possível leva-los ao cárcere, mas sim, à FASE/FEBEM. Pois aplica-se tratamento diferenciado para menores infratores.
A adolescente que nem mesmo consumou o crime, visto que se materializou na sua forma tentada, foi recolhida em prisão comum, cela masculina e vítima de crime sexual. Qual o destino de sua algoz? APOSENTADORIA COMPULSÓRIA!!!! Receber sem trabalhar, decisão acertadíssima, afinal de contas, é a pena máxima para um magistrado...ver reconhecido, publicamente, que é um incompetente para julgar; todavia não perde a aposentadoria, precisa manter seu padrão econômico-social elitista.
E quanto a jovem transgressora da lei? Vivera sem aposentadoria, numa vida miserável, com lembranças de 26 dias de pesadelo (eterno) e a certeza que garantias constitucionais e penais foram estabelecidas para a elite, pois elite protege elite.
Justiça Social é o que falta nesse país!
terça-feira, abril 20, 2010
Alternativas para o Presídio de Lajeado/RS
Autoridades de municípios do Vale do Taquari vão se reunir na próxima sexta-feira (23/4) para discutir a situação do Presídio Estadual de Lajeado. O encontro, que será realizado às 9h no salão do Júri do Foro de Lajeado, pretende apresentar a situação atual da casa prisional e firmar parcerias para a construção de um pavilhão de trabalho e local de estudo, cursos e encontros dos grupos de Alcoólicos Anônimos e Narcóticos Anônimos.
De acordo com o Juiz Rudolf Carlos Reitz, da Vara de Execução Criminal de Lajeado, o objetivo da reunião é distribuir o ônus aos municípios que não possuem casas prisionais e que enviam seus apenados ao Presídio Estadual de Lajeado.
A reunião, promovida pela Vara de Execução Criminal da Comarca de Lajeado juntamente com o Conselho da Comunidade local, contará com a presença dos Prefeitos e dos Presidentes das Câmaras de Vereadores dos municípios que compõem as Comarcas de Estrela, Teutônia e Lajeado.
Presídio Estadual de Lajeado
O presídio conta com 330 apenados lotados na ala fechada, a qual tem capacidade para 120 detentos. Segundo o Juiz Rudolf Carlos Reitz, a superlotação da casa prisional já obrigou a soltura de cerca de 10 apenados. A medida teve como critério presos provisórios, que não apresentassem condenação, e que não tivessem praticado crime violento.
quarta-feira, abril 14, 2010
Princípio da Co-culpabilidade

Tal afirmativa encontro sustentação no princípio penal da co-culpabilidade, o qual estabelece que a sociedade é co-responsável pelo ato delituoso cometido pelo indivíduo infrator, assim este pode ter diminuição de pena.
Essa co-responsabilidade, logicamente, é atribuída de forma indiretamente.
O agente delituoso, na maioria das vezes, teve uma infância e/ou adolescência problemática, sendo agredido física e psicologicamente, vítima de abuso sexual; tem familiares presos, viciados em tóxicos, que se prostituem, etc. Como esperar um comportamento pautado em valores éticos/morais seguidos pela sociedade de forma geral, se a vida desse indivíduo foi edificada fora de tais padrãos? E, ao mesmo tempo, ele é estimulado a consumir, adquirir bens, caso contrário, estará à margem da sociedade, ou seja, será um marginal.
O sistema político-econômico vigente não foi criado por esta sociedade, mas é mantido por ela, não somos culpados pela vida miserável e falta de oportunidade que são acometidos uma colossal camada da população, porém pouco se faz para que ocorrão mudanças, positivas e significativas. E esta, é sim, uma responsabilidade de todos, Estado e sociedade. Àquele investindo em políticas públicas e este colaborando na aplicação dessas medidas.
Criminalidade também é uma questão social.